Leituras de Setembro de 2022

Oi, meus amores! Tudo bem? ❤

Vim falar com vocês sobre as minhas leituras de setembro. Foi um mês incrível, em que voltei a ler uma autora nacional de época que eu amo, mergulhei numa fantasia diferente do que estou acostumada a ler e consegui terminar as duas séries que, como fã de fantasia, eu mais me cobrava por ainda não ter lido, além de conhecer uma trilogia que acabou de chegar ao Brasil, mas já é sucesso lá na gringa. Confiram quais foram cada um desses livros a seguir…

1 – O Conde da Ilha Broch, Lis Wey

Eu sou apaixonada pelos livros da Lis Wey, mas já tinha alguns anos que não lia nenhum. Escolher este para voltar foi uma decisão super acertada. “O Conde da Ilha Broch” traz protagonismo PcD na forma de Sebastian, que nasceu cego e por isso foi rejeitado pelo próprio pai, que era um verdadeiro monstro e o agrediu violentamente quando descobriu sua deficiência. Para salvar a vida dele, sua mãe o enviou para longe na companhia de criados de confiança e depois se suicidou. Quando ficou maior, Sebastian decidiu voltar para reivindicar o que era seu por direito, mas seu pai continuava o mesmo crápula. Para salvar a irmã caçula dos punhos do canalha, Sebastian precisou matá-lo. Só não foi punido por isso porque os criados o ajudaram a encobrir o assassinato. Anos depois, ele parte para Londres para a temporada da irmã, onde conhece nossa mocinha, Luce, por quem sente uma fascinação imediata apenas pelo cheiro delicioso que emana da dama. Ela também sente uma atração deliciosa por Sebastian, mas o caminho deles não é nada fácil. Para poder ficar juntos, os dois precisam lutar contra o preconceito, principalmente por parte da família de Luce e do próprio mocinho. Quis bater um pouco no Sebastian por ficar se diminuindo como se fosse indigno da nossa mocinha, mas amei vê-la lutando por ele. Além desses dois, também me apaixonei pelo melhor amigo do Sebastian, que esteve ao seu lado desde que precisaram fugir até o momento em que a história se passa, acreditando nele mais do que o próprio Sebastian acreditava em si mesmo. Lealdade de milhões e o alívio cômico da história, impossível não amar. Livro recomendadíssimo!

Sinopse:

Sebastian nasceu com uma deficiência e, por isso, foi rejeitado por seu pai, o violento conde de Marlber. Enviado para longe pela mãe, aprendeu a lidar com suas limitações e jamais transformá-las em dificuldades. Anos depois, voltou à distante ilha de Brock para tomar seu lugar de direito. Obrigado a deixar o castelo para acompanhar sua irmã a uma temporada em Londres, Sebastian se viu encantado por todas as nuances do perfume de Luce, a animada irmã do marquês de Saint Clair.

Atenta e perspicaz, Luce Taylor não demorou a perceber o que realmente afligia o antipático conde de Marlber. Fascinada pelo conde, a dama não consegue pensar em nada mais incrível do que a maneira como aquele homem descreve o entorno para ela. A escuridão que impede Sebastian de ver as cores é a luz que dá, a Luce, uma nova perspectiva.

Juntos, Sebastian e Luce descobrem a verdadeira essência do amor.

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2 – Cidade do Fogo Celestial (Os Instrumentos Mortais #6), Cassandra Clare

Finalmente, finalmente, FINALMENTE eu terminei “Os Instrumentos Mortais”, agora posso dizer oficialmente que sou uma leitora das “Crônicas dos Caçadores de Sombras”. E assim, gente, eu decidi não favoritar “Cidade do Fogo Celestial”, mas ainda é um livro muito bom. Eu amei a forma como a Cassandra Clare resolveu finalizar a série, esse realmente é o forte dela. Enfim pude aproveitar um pouco a Clary e o Jace juntos sem ele estar enfeitiçado ou se culpando por se apaixonar pela própria “irmã”. As cenas de ação foram ótimas, tivemos muita tensão e perdas que tornaram a leitura emocionante. Adorei as referências a “As Peças Infernais”, tipo a espada do Jem na família Castairs e o colar da Cecily na família Lightwood, e, sobretudo, amei conhecer os mocinhos de “Artifícios das Trevas”. Aqui eles são crianças ainda, mas já tiveram um papel importantíssimo na história. A Emma é muito f0d@, cara, ansiosa pra ver ela no próprio livro. Logo dou continuidade às outras séries que se passam neste universo e estou preparadíssima para amar ainda mais, afinal todo mundo diz que a autora só melhora.

Sinopse do livro 1:

Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

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3 – Tempestade de Guerra e Trono Destruído (A Rainha Vermelha #4 e #5), Victoria Aveyard

Quando comecei a ler “A Rainha Vermelha”, esperava no máximo por livros medianos, então fui sendo surpreendida por livros cada vez melhores e fiquei “não é possível!”. Quando cheguei em “Tempestade de Guerra”, já foi tipo “agora, sim, a decepção vem, afinal este é o mais odiado de todos”, mas sabe o que encontrei? O melhor livro da série. Não tenho críticas, simplesmente não tenho. Eu amei tudo sobre este livro e agora estou no team que não entende o motivo de tanta rejeição à série. Eu adorei o universo (não é a coisa mais original do mundo, mas é interessante e bem construído), a escrita da Victoria Aveyard (é fluida e envolvente, melancólica na maior parte da série, mas não senti isso em “Tempestade de Guerra”), as intrigas políticas, as cenas de ação, o desfecho (é agridoce, mas coerente e redondinho, sem pontas soltas, entregou o que eu mais queria), mas sabem o que eu mais amei? Os personagens. Mare e Cal são humanos demais e cometem muitos erros, não foram poucas as vezes que quis bater nos dois, mas isso não diminui meu amor por eles. E os dois formam um casalzão. A Victoria Aveyard não foca muito no romance, mas as migalhas que entregou foram deliciosas. A química dos dois é incrível, não entendo quem consegue odiar esse casal, de verdade. Além do Cal e da Mare, ainda me apaixonei pelo Tolly e pela Evie. Eu odiei demais os dois, mas o ponto de vista dela mudou completamente minha opinião sobre eles. Me apeguei até mesmo à Íris, apesar das opiniões equivocadas dela sobre os vermelhos. Agora sabe o personagem que eu não gostei? Ele mesmo, o queridinho da galera. Eu senti pena por saber que ele foi criado daquela forma, mas não consegui me apegar. Sofri apenas pelo que o desfecho dele significou para o Cal e a Mare. Eu também finalizei “Trono Destruído” e achei fundamental para me aprofundar mais no universo, e as novelas foram maravilhosas demais. Sofri com a Corianne e a Farley, mas depois vieram os refrescos. Queria que o Ashe e a Lyrisa aparecessem depois, de alguma forma, na história, mas gostei de conhecer os dois. Ver o que aconteceu com a Evie e a Elane, e o final feliz da Mare e do Cal foi tudo para mim. O continho do Maven foi doloridinho também, por saber o quanto isso machucava o Cal. Isso aqui não é uma tentativa de dizer que todo mundo está errado e a minha opinião sobre a série é que vale, mas espero que sirva para, talvez, influenciar alguém que sempre quis dar uma chance, mas nunca leu devido às críticas. Funcionou para mim e pode funcionar para outros alguéns da mesma forma.

Sinopse do livro 1:

Nesta fantasia repleta de ação, romance e muitas reviravoltas, a ordem da sociedade é ameaçada quando Mare Barrow, uma jovem comum de sangue vermelho, descobre que tem um poder até então exclusivo à elite de sangue prateado.

O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração.

Compre “Tempestade de Guerra” aqui e “Trono Destruído” aqui.

4 – A Rebelde do Deserto (A Rebelde do Deserto #1), Alwyn Hamilton

“A Rebelde do Deserto” foi a minha primeira experiência com fantasia que se passa no deserto e com djinns. Dá para ver que é o primeiro livro da autora, mas ainda assim a leitura foi uma delícia. Aqui nós temos uma mocinha que cresceu numa vilazinha isolada, com um pai violento e uma mãe que foi enforcada após matá-lo. Depois disso, ela foi mandada para a casa dos tios, que são tão ruins quanto o pai. Ela sonha em deixar o lugar que nasceu e se mudar para a capital, onde vive uma tia que desde criança envia cartas que a fazem sonhar com aventuras e uma vida melhor. Só que ela só toma uma atitude mesmo quando escuta seu tio dizer que pretende se casar com ela. Para isso, decide se inscrever num concurso de tiro que paga uma verdadeira fortuna ao vencedor. Ela tem certeza de que vai ganhar, afinal praticamente nasceu com uma arma na mão e sua pontaria é impecável, porém apesar de ir bem, as coisas acabam dando errado, mas ela conhece um forasteiro que finalmente permite que ela deixe o mundo que conheceu para trás, o problema é que o exército do sultão está no encalço dos dois… A história voa, já que a autora não perde tempo com longas descrições nem com acontecimentos sem importância. O foco maior está na aventura, mas também temos migalhas de romance entre a mocinha e nosso forasteiro misterioso. Inclusive, eu esperava que o plot fosse um e acabei sendo surpreendida com outra coisa. Amei isso. Adorei também ver o crescimento da mocinha até o momento em que ela finalmente descobre quem é e decide lutar pelas pessoas e por um mundo melhor.

Sinopse:

O destino do deserto está nas mãos de Amani Al’Hiza ― uma garota feita de fogo e pólvora, com o dedo sempre no gatilho. O deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas míticas rondam as áreas mais selvagens e remotas, e há boatos de que, em algum lugar, os djinnis ainda praticam magia. De toda maneira, para os humanos o deserto é um lugar impiedoso, principalmente se você é pobre, órfão ou mulher. Amani Al’Hiza é as três coisas. Apesar de ser uma atiradora talentosa, dona de uma mira perfeita, ela não consegue escapar da Vila da Poeira, uma cidadezinha isolada que lhe oferece como futuro um casamento forçado e a vida submissa que virá depois dele. Para Amani, ir embora dali é mais do que um desejo ― é uma necessidade. Mas ela nunca imaginou que fugiria galopando num cavalo mágico com o exército do sultão na sua cola, nem que um forasteiro misterioso seria responsável por lhe revelar o deserto que ela achava que conhecia e uma força que ela nem imaginava possuir.

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5 – Reino das Bruxas e Kingdom of the Cursed (Irmandade Mística #1 e #2), Kerri Maniscalco

Isso aqui é uma tentativa de ter senso crítico, ok? Esta série não entrega muito no quesito fantasia, não, e o mistério da morte da Vittoria é instigante, mas a condução da investigação e a busca de vingança pela Emília (não o fato de ela buscar vingança, mas a forma como ela faz isso) não faz muito sentido na minha cabeça, só na dela mesmo. No entanto, o final tem uma reviravolta que me deixou de boca aberta. Tirando isso do caminho, eu não fui triste em nenhum momento enquanto lia esses dois livros, eu fiquei presa e viciada do começo ao fim. É uma leitura que é deliciosa, simplesmente. Esta série só vai agradar quem tem o mesmo gosto duvidoso e o mesmo fraco que eu por “enemies to lovers”, casais brigões que exalam tensão sexual em todos os capítulos a ponto de fazer a gente passar mal e querer entrar no livro para fazer eles se pegarem de uma vez e por morenos sarcásticos de passado sombrio que adoram apanhar de mulher bonita e gostam de tirar sangue e desmembrar quem mexe com a mulher deles mesmo sabendo que elas são plenamente capazes de defender a si mesmas.

Sinopse:

Duas irmãs. Um assassinato brutal. E uma busca por vingança que envolverá o próprio Inferno…

Depois da saga que fascinou os darksiders e apresentou segredos de vilões históricos como Jack, o Estripador, o sanguinário Vlad, o misterioso Houdini e o maligno serial killer H. H. Holmes, a premiada escritora Kerri Maniscalco dá voz às poderosas forças da natureza. Em “Reino das Bruxas: Irmandade Mística” seremos encantados por personagens cativantes, daqueles que dão saudade depois que a história termina, e um enredo intrigante, perfeito para quem gosta de uma boa investigação.

Emilia e sua irmã gêmea Vittoria são bruxas que vivem secretamente entre os humanos. Uma noite, Vittoria perde o turno do jantar no renomado restaurante da família. Preocupada, Emilia vai atrás dela e encontra seu corpo totalmente profanado. Arrasada, ela parte em busca do assassino de Vittoria, desejando vingança a qualquer custo ― mesmo que isso signifique usar magia das trevas.

Em sua investigação, Emilia conhece Ira, um dos príncipes do Inferno dos quais foi alertada a vida toda para ficar longe. Charmoso, sarcástico e astuto, o príncipe demoníaco afirma estar do lado de Emilia, incumbido de desmascarar o responsável pelos assassinatos de mulheres ― bruxas ― que estão acontecendo em Palermo. Mas, quando se trata dos Perversos, nada é o que parece…

Queridos leitores apaixonados por sagas inebriantes de fantasia, romance e mistério, a Caveira ouviu os pedidos, súplicas e invocações de vocês e trouxe para a marca DarkLove o aguardado “Reino das Bruxas: Irmandade Mística”, primeiro volume da nova série da premiada autora Kerri Maniscalco.

Quem já se deixou encantar pela série “Rastro de Sangue” sabe que a autora tem criatividade para dar e vender. Juntos, desbravamos vários cantos do mundo na companhia de Audrey Rose Wadsworth e Thomas Cresswell para solucionar crimes e capturar assassinos. Agora, em “Reino das Bruxas”, nossa viagem começa na Itália, na companhia de um clã de bruxas, vampiros e alguns demônios.

Emilia, nossa protagonista, é uma heroína obstinada e inteligente. Seu luto e seus temores não abalam sua determinação de lutar pelo que é certo e de proteger sua família, a comunidade de bruxas e o mundo.

Com uma narrativa inventiva, repleta de magia, reviravoltas e ― por que não? ― receitas apetitosas da nonna, “Reino das Bruxas: Irmandade Mística” é uma leitura arrebatadora, um presente e tanto para os fãs de uma das autoras mais queridas da DarkSide® Books e uma aventura que se conecta ao universo Magicae e apresenta tudo aquilo que as histórias publicadas pela marca DarkLove trazem. Encontramos vocês nos portões.

Compre “Reino das Bruxas” aqui e “Kingdom of the Cursed” em inglês aqui.

E é isso, meus amores! Agora me contem como foi o mês de leitura de vocês. Obrigada pela visita, beijos e até o próximo post 😘😘😘

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