Resenha: A Seleção (Duologia Eadlyn), Kiera Cass

Oi, meus amores! Tudo bem? ❤

Finalmente terminei “A Coroa”, o último livro de “A Seleção”, e vim trazer pra vocês minha opinião sobre a segunda parte da série, focada na Eadlyn, a filha mais velha da America e do Maxon. A trilogia principal já foi resenhada aqui.

Depois de ver tanta gente falando mal, minhas expectativas eram baixíssimas, então acabei sendo surpreendida positivamente. Acho que os livros estão longe de merecer esse hate todo. O começo é um pouco chato, eu confesso, mas da metade de “A Herdeira” pra frente, quando a Eadlyn se abre de verdade aos candidatos, a leitura fica bem mais interessante. Ela não é uma personagem fácil de gostar, especialmente por quem espera uma nova America, mas nem tinha como as duas serem parecidas, já que tiveram criações completamente diferentes.

Enquanto America cresceu como uma 5, passando por todo tipo de necessidade, Eadlyn foi criada no palácio, cercada por luxo e sendo amada e paparicada por todos como a futura rainha. Isso a tornou um pouco mimada e, não indiferente, mas alheia à realidade da maior parte do povo. Os problemas não se comparam aos da época em que America e Maxon se conheceram, mas as coisas estão longe de estarem boas também, tanto que a nova Seleção é feita justamente para distrair um pouco o povo enquanto pensam numa forma de resolver os conflitos que podem resultar numa nova revolta popular. Eadlyn não fica nada feliz com isso, mas acaba cedendo, ainda que não tenha a intenção real de escolher um marido. Entretanto, conforme vai conhecendo melhor os candidatos, ela vai lentamente se dando conta de que, talvez, tenha a chance de viver um amor tão forte quanto o dos pais. E, mano, realmente não dá pra gente adivinhar com quem ela vai ficar no final. Eu confesso que achei um pouco rápida a forma como a Eadlyn se dá conta de que está apaixonada por um personagem específico, mas como eles já tinham uma ligação forte desde o início, eu acabei gostando. Os dois são muito fofos.

Mas já aviso que o foco dos livros não está no romance, e sim no amadurecimento, no crescimento da Eadlyn, que vai caindo em si e percebendo a real dimensão do que significa ser uma rainha, do quanto os pais precisaram se sacrificar para conquistar o respeito e a admiração dos súditos. Inclusive, aproveitando a oportunidade, preciso dizer que não vejo sentido nas reclamações do povo sobre a America estar tão diferente de quando era selecionada. Cara, passaram-se vinte anos, ela agora é uma mãe de família e uma rainha cheia de responsabilidades, não tinha como esperar que ela continuasse sendo aquela garota impulsiva que mal pensava antes de agir. Qualquer coisa que ela faça, por menor que seja, tem consequências no país todo. Ela foi obrigada a amadurecer.

Eu achei “A Coroa” bem melhor do que “A Herdeira”, tanto que li em um dia. O final foi perfeito, de verdade. Adorei ver como a Eadlyn começou a série e como ela terminou, a forma como ela encontrou para resolver os problemas de Illéa também foi genial e um tanto inesperada. Tivemos um personagem traidor nesse livro, mas confesso que não me surpreendeu, não, eu já desconfiava dele desde o início. Ah sim, “A Coroa” tem um epílogo que não foi publicado no Brasil, mas aconselho vocês a procurarem. Vale a pena!

Confiram a sinopse dos livros a seguir…

A Herdeira

Sinopse:

Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

Avaliação: 🌟🌟🌟

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A Coroa

Sinopse:

Às vezes, se apaixonar é a atitude mais corajosa que alguém pode ter. Em “A Herdeira”, o universo de “A Seleção” entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Ela não acreditava que encontraria, tal como seus pais, um amor verdadeiro durante o concurso. Mas alguns candidatos conseguem abrir rachaduras nas muralhas que Eadlyn construiu em volta de si mesma, principalmente de seu coração. Aos poucos, os Selecionados se tornam seu porto seguro, ao mesmo tempo que a fazem enxergar como é a vida fora da bolha em que vive. E ela realmente está precisando: os acontecimentos no palácio obrigam Eadlyn a assumir cada vez mais responsabilidades no governo, e a garota não tem escolha a não ser encarar a rejeição do público. Seu maior desafio é se aproximar do povo, mostrando que se importa e que tem capacidade de governar. Tudo isso enquanto a pressão para escolher um marido só aumenta ― e um garoto em particular começa a tomar conta de seu coração.

Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

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E é isso, meus amores! Agora me contem: vocês estão no team que ama ou que odeia esses livros? 🤔

3 comentários sobre “Resenha: A Seleção (Duologia Eadlyn), Kiera Cass

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