Resenha: Império de Tempestades (Trono de Vidro #5), Sarah J. Maas

Oi, meus amores! Tudo bem? ❤

Vim trazer a resenha do penúltimo livro “oficial” da série “Trono de Vidro”. Fiquem atentos aos spoilers dos livros anteriores, lembrando que todos eles já foram resenhados no blog, cliquem aqui para conferir caso ainda não tenham visto.

Sinopse:

A série “Trono de Vidro” se tornou um fenômeno mundial. Nesse volume único do quinto livro da série, “Império de Tempestades”, a trajetória intrigante e repleta de ação de Aelin Galathynius continua: ela atravessa e sobrevive à prisão, traições, perda de amigos e amores. Agora, deve vencer seu maior medo para salvar o mundo.

A tarefa não é fácil. Com a vida e poder jurados ao povo que está determinada a salvar, a antiga assassina, conhecida como Celaena Sardothien, colocará a própria segurança em risco para proteger os seus. Mais que nunca, Aelin precisa de Rowan, de Dorian e de todos os aliados para conseguir descobrir a localização da relíquia sagrada capaz de banir de seu mundo a ameaça valg e os horrores libertados em Morath. Chegou a hora de levantar os exércitos de Erilea. De cobrar velhas dívidas… É hora de marchar contra o mais supremo dos males. E confiar na pureza de seu coração para trazer a luz.

Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

“Rainha das Sombras” foi quase um desfecho de série, deixando um ar esperançoso no final e fazendo a gente acreditar que as coisas seriam mais fáceis daqui pra frente, afinal o rei de Adarlan foi derrotado, Dorian, libertado, e Aelin iniciou a gloriosa trajetória de volta para casa a fim de retomar seu trono, reunir o exército remanescente de Terrasen e marchar contra o inimigo. Sarah J. Maas deve ter dado muita risada à custa de quem acreditou que seria simples assim (cof cof, eu).

A gente toma a primeira rasteira já no início do livro, quando os lordes de Terrasen se recusam a aceitar a Aelin como rainha. Vou dizer pra vocês que senti um ódio tão grande que torci pra nossa “rainha vadia cuspidora de fogo” fazer churrasquinho deles ali mesmo, mas depois de refletir muito, acabei mudando de ideia e passando um paninho. Imagine só: você passa dez anos se lascando para proteger o que restou do seu reino, servindo a um rei tirano que sente prazer em humilhar e massacrar o povo, aí de repente, do nada, sua soberana decide voltar para casa e retomar o poder, após passar todo esse tempo os deuses sabem lá onde fazendo os deuses sabem lá o quê. É pra matar qualquer um, não é? Por isso, não posso julgar…

Após ser rejeitada como rainha, Aelin precisa repensar suas ações e, em vez de assumir a liderança dos soldados de Terrasen, é obrigada a provar seu valor reunindo aliados de outro lugar para enfrentar Erawan. Essa é uma jornada repleta de emoções, perigos, reencontros com personagens que nunca pensamos em rever e uma reviravolta chocante que leva a um final aterrador que faz nosso coração se partir em milhões de pedaços e deixa a gente completamente sem chão.

Além de Aelin, outros personagens queridos também têm participações importantes. Dorian é obrigado a lidar com as consequências de ter assassinado o próprio pai e das barbaridades que cometeu sob o controle do príncipe valg, e precisa continuar aprendendo a controlar a própria magia, mais poderosa do que nunca. Manon é obrigada a voltar para Morath e decidir se continua trabalhando para Erawan ou não, e também é forçada a confrontar um passado que desconhece completamente. Rowan, Aedion e Lysandra seguem firmes ao lado de Aelin, e é maravilhoso ver os laços entre nossa rainha e seu círculo íntimo se estreitando cada vez mais. É claro que nem tudo é um mar de rosas, mas faz parte. O único ausente é Chaol, que seguirá sua própria jornada em “Torre do Alvorecer”.

Em “Império de Tempestades”, ainda temos a formação do meu segundo casal favorito da Sarah J. Maas, que superou Rowaelin no meu conceito (Feysand é imbatível, não tem jeito). Não vou falar qual é para não dar spoiler, mas sério, foi uma surpresa maravilhosa, porque nunca esperei nada daquele personagem masculino e terminei a leitura completamente cadelinha dele. Sério, que macho maravilhoso! É aquilo: quando a autora sabe construir um romance, ela sabe construir um romance…

Quem gosta de ação, prepare-se para surtar ao longo de todo o livro. Aqui é tiro, porrada e bomba do começo ao fim. Se alguém ainda tem dúvida da habilidade da Sarah para escrever esse tipo de cena, prepare-se para ser surpreendido, porque é adrenalina pura. E é aqui também que começam aquelas ceninhas especiais que todo leitor apaixonado por “Corte de Espinhos e Rosas” sentiu falta em “Trono de Vidro” (fãs do capítulo 55, alguém? 😏🔥). Acho que é isso, não esperem mais críticas da minha parte a esta série. De “Herdeira do Fogo” em diante, eu amei absolutamente tudo. Faço questão de dizer, inclusive, que para mim, a parte fantástica de “Trono de Vidro” supera muito, tipo MUITO, a de ACOTAR, então quem achou a outra série fraquinha, pode ser surpreendido positivamente. Vale a pena dar uma chance!

E é isso, meus amores! Se já chegaram até aqui na série, me digam se concordam com minha opinião ou se acham que estou viajando. Bora conversar! E quem não leu até “Rainha das Sombras”: você gosta de um spoiler, hein? Espero que tenha sido convencido a dar uma chance à história!

Obrigada pela visita, beijos e até o próximo post! 😘😘😘

5 comentários sobre “Resenha: Império de Tempestades (Trono de Vidro #5), Sarah J. Maas

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