Resenha: O Canto da Coruja, Michaelly Amorim

Oi, meus amores! Vim trazer a resenha de um livrinho de fantasia que tem um ar de conto de fadas e foi publicado em e-book na Amazon e em edição física pela editora Freya. Se ficarem interessados em comprar o livro impresso, lembrem-se de usar o cupom AISHANDO5 para obter desconto na hora ❤

Sinopse:

Suindara mora sozinha na floresta, desde que seus tios morreram. A garota esconde da vila onde mora o segredo que pode causar a sua morte: ela é a última de sua linhagem que pode se transformar em uma coruja branca.
Para os moradores daquele pequeno reino, as corujas são malditas, pois, segundo a maldição que os amedronta, sempre que uma coruja pia, uma pessoa morre.
Mas seu segredo não está mais seguro, uma vez que a jovem cometeu o erro de despertar o interesse de um caçador, ao desarmar as armadilhas que ele espalhou pela floresta.
E, como se isso não bastasse, o perigo que a rodeia é maior do que imagina: por trás da maldição, existe uma bruxa poderosa que não descansará até ter a última coruja branca.

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Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

“O Canto da Coruja” é um livro lindo inspirado na lenda nordestina da Rasga Mortalha (saibam mais sobre o mito aqui) e nos traz a história de Suindara, uma jovem que mora sozinha em uma cabana na floresta desde que perdeu os pais e, anos depois, os tios que a criaram. Ela carrega um grande segredo: a capacidade de se transformar numa rara coruja branca.

Por causa de uma terrível maldição, as corujas brancas foram caçadas até quase a extinção. E quando um caçador descobre que Suindara é uma delas, sua vida começa a correr grave perigo, o que a leva a fugir na companhia de Ricardo, um rapaz que a leva para um local em que descobre que não está tão sozinha no mundo quanto imaginava. Só que o caçador não fica nada feliz com o desaparecimento da bela jovem e vai atrás dela, aguardando uma única oportunidade para colocar as mãos novamente em Suindara e fazê-la pagar por tê-lo abandonado. E nesse reencontro, faíscas voam entre os dois…

Nesse meio tempo, o caçador acabou sendo contratado pela rainha (cof cof, bruxa má do nordeste) para encontrar e levar para ela certa coruja branca que foi avistada na região (será que sabemos que coruja é essa?), com a pena de morte caso decida enganá-la como fez um colega de profissão. Isso causa um friozinho na barriga e nos deixa curiosos sobre o que o caçador fará, e eu amei isso!

Fazia tempo que eu não lia nada da Michaelly Amorim (uma vergonha, porque já tinha o e-book no meu kindle há um tempão, mas queria muito ler na edição física, que é linda demais, e agora finalmente consegui) e adorei matar a saudade. Só que esse foi o primeiro livro escrito por ela, o que fica bem nítido por causa da escrita, que evoluiu bastante desde então. Algumas falas e ações dos personagens são bem bobas, mas, ainda assim, foi uma leitura gostosa que terminei em poucas horinhas. Gostei bastante e recomendo para quem quer passar um tempo agradável mergulhado num livro rápido e despretensioso, cheio de romance e magia.

E é isso, meus amores! Espero que tenham gostado de conhecer esta história. Obrigada pela visita, beijos e até o próximo post! 😘😘😘

7 comentários sobre “Resenha: O Canto da Coruja, Michaelly Amorim

    1. Gostei sim! Achei algumas falas e atitudes meio bobas, mas o livro é bem leve e gostosinho de ler 😍😍😍 Su, recomendo Corte de Espinhos e Rosas. É fantasia, mas tem um romance lindo também. Sério, meu livro, meu casal e meu personagem masculino favorito da vida!

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      1. Esse livro não é um que a mocinha começa com um cara, mas termina com outro não, né?! Tem um que é assim, mas não tô lembrando o nome agora….

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      2. Pois é, uma amiga tinha me indicado essa série, mas eu peguei esse spoiler aí e desanimei, pq já não sou muito fã de séries com o mesmo protagonista, daí o fato de ela ficar primeiro com um e depois com outro me fez desistir de vez da leitura. 😥

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      3. Poxa, que pena! 😢😢😢
        Eu confesso que esta série tem uma fase difícil no começo do segundo livro, mas a forma como a autora conseguiu costurar os dois romances é muito maravilhosa. Ela escolheu trabalhar a diferença entre um relacionamento bonito, cheio de amor e respeito, e um em que a mulher é tratada como uma propriedade, um ser inferior e incapaz de pensar e tomar decisões por si mesmo (um brinquedinho para o grão-senhor montar, como ela mesma fala depois), por isso foi necessário esses dois homens passarem pela vida dela. Ainda mais porque é muito fácil gostar do primeiro personagem, mas desde o começo, se prestarmos atenção, ele já tem atitudes reprováveis, só que a mocinha não tem a capacidade de perceber isso, porque é a primeira coisa “bonita” que ela já viveu, e, como a história é em primeira pessoa, ficamos meio que “reféns” da opinião dela (não tem nada a ver as histórias, mas me lembra um pouco do que aconteceu em “Orgulho e Preconceito”, quando a Lizzie foi enganada pela “lábia” do Mr. Wickham antes de saber quem o Mr. Darcy era de verdade, ou lá no livro do Logan, em que a Lila também foi iludida pelo boylixo antes de conhecer um homem que a amava de verdade). Um quotezinho de desabafo da mocinha quando abre os olhos e se dá conta das coisas que passou:

        “Encarei o mundo aberto, a cidade e o mar revolto e a noite seca de inverno.
        Talvez fosse algum pingo de coragem, ou inconsequência, ou eu estivesse tão acima de tudo que ninguém, exceto Rhys ou o vento, podia ouvir, mas confessei:
        — Estou pensando que devia ser uma tola apaixonada para permitir que me fosse mostrado tão pouco da Corte Primaveril. Estou pensando que há muito daquele território que jamais me foi permitido ver ou saber que existia, e talvez eu tivesse vivido em ignorância para sempre, como algum bicho de estimação. Estou pensando… — Engasguei com as palavras. Sacudi a cabeça, como se pudesse afastar aquelas que restavam. Mas mesmo assim as falei: — Estou pensando que era uma pessoa solitária e sem esperanças, e talvez tivesse me apaixonado pela primeira coisa que me mostrou um pingo de bondade e segurança. E estou pensando que talvez ele soubesse disso… talvez não conscientemente, mas talvez ele quisesse ser aquela pessoa para alguém. E talvez isso desse certo para quem eu era antes. Talvez não dê certo para quem… o que sou agora.”

        Enfim, eu gosto muito de como a Sarah trabalhou o tema do relacionamento abusivo. A série tem tudo o que me agrada numa boa fantasia, mas o que a torna minha favorita da vida é essa jornada de destruição e reconstrução da mocinha, quando ela se torna uma mulher forte e pronta para viver o amor de uma forma realmente saudável, que a torna feliz e dona de si mesma. E eu vi que essa série agradou mesmo pessoas que não eram tão fãs de fantasia, justamente por isso. A Mara Sop é muito fã, e a Larissa Gomes começou a ler há um tempinho e também se apaixonou pela história. Claro que não é garantia de nada, mas é um bom indício de que talvez agrade mesmo quem não é tão familiarizado com o gênero.

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