Resenha: O Mauricinho de Beverly Hills, Katherine Salles

Oi, meus amores! Tudo bem com vocês? Depois de um tempão, eu finalmente voltei a trazer a resenha do livro de uma autora parceira. Espero que gostem de conhecer esta história! ❤

Sinopse:

A primeira pessoa que a carioca Martinha avista ao pisar em solo estrangeiro é Kevin, e logo de cara percebe que ele é quente e divertido como a Califórnia.
Pouco tempo antes, ela estava desesperada em busca de um emprego, quando seu cunhado lhe apresentou uma oportunidade irresistível para seu currículo: um trabalho temporário de verão na lanchonete de conhecidos seus. Por que irresistível? Bem… porque essa lanchonete fica em Beverly Hills, lugar de belas praias, belas mansões e belas pessoas. Belo também é Kevin, o filho de seus chefes. E coloque belo nisso!
Assim que chega, Martinha é avisada de que ocupará uma suíte na propriedade deles durante a estação, dividindo o corredor com o mauricinho por quem ela sentiu instantânea atração. Mas será que paixão de verão sobe a serra? Ou melhor, atravessa continentes?
Uma história intensa e divertida com nuances de erotismo que mesclam sensualidade e nostalgia.

Avaliação: 🌟🌟🌟🌟

“O Mauricinho de Beverly Hills” é um new adult leve, divertido e delicioso de ler, cheio de referências aos saudosos anos 90: as roupas, as músicas, os filmes, os aparelhos eletrônicos… Ai, achei uma delícia ir reconhecendo algumas delas!

Eu amei acompanhar a história de Martinha, uma garota inteligente e batalhadora com a qual me identifiquei instantaneamente e que poderia facilmente ser uma amiga minha – e, inclusive, eu adoraria se fosse –, que está tendo a oportunidade única de passar o verão na Califórnia e, o que é ainda melhor, ganhando para isso.

Logo na chegada ao país, Martinha é recebida por Kevin, um rapaz que parece ter saído diretamente dos Colírios Capricho (só quem viveu sabe, como sabiamente diria Andressa Urach). E para completar a sorte da criatura (inveja? Temos!), ainda acontece um contratempo e ela acaba tendo que ficar hospedada na mansão deste deus grego (ou seria americano?). É claro que eles acabam se envolvendo um com o outro, mas não esperem nada instantâneo.

O romance se desenrola devagar, de forma natural, conforme vão descobrindo interesses em comum e Martinha vai superando seus preconceitos em relação a Kevin, que acaba se revelando um fofo, em vez do mauricinho fútil e metido que ela esperava. Inclusive, preciso confessar que fiquei com raiva da Martinha em alguns momentos, quando brigava com meu neném, por isso retirei uma estrela na avaliação (e também porque fui enganada pela autora em alguns aspectos. Quando lerem, vocês vão entender).

Mas não é só de romance que se vive este livro, aqui também vamos nos aprofundando na história de Kevin e, aos poucos, descobrimos que, apesar da vida privilegiada (e bota privilegiada nisso), ele não está realmente feliz no caminho que está seguindo. Com a convivência, Martinha acaba transferindo um pouco de sua força e de sua garra a Kevin, que vai se libertando da pressão interna de satisfazer aos pais (eles não são pessoas ruins. Pelo contrário, são maravilhosos, mas ainda assim acabam criando expectativas para o filho que não necessariamente condizem com o que ele próprio quer para si) e começa a descobrir quem é de verdade e o que deseja fazer da sua vida.

Além do casal, também conhecemos os pais de Kevin, os amigos e os funcionários da Milk Shakespeare (amei este nome), a lanchonete onde Martinha vai trabalhar, que pertence à família do nosso mocinho. Todos eles têm um background próprio, e acabamos acompanhando suas histórias em segundo plano. Não é o destaque do livro, mas é legal mencionar que a autora trabalhou questões como homofobia e as dificuldades enfrentadas pelos imigrantes que chegam aos Estados Unidos tentando viver o “sonho americano”, mas nem sempre conseguem. Fiquei com um dozinha de certo personagem…

O desfecho do livro é definitivamente inesperado (e não me agradou tanto), mas podemos escolher nos apegar ao final alternativo se preferirmos (ao menos, foi o que eu fiz). Ainda assim, recomendo! Vale a pena pela nostalgia e pela jornada de aprendizado e crescimento dos nossos personagens, algo que nem o gostinho agridoce deixado ao término da leitura consegue estragar.

E é isso, meus amores! Se ficaram curiosos para saber mais sobre esta história, “O Mauricinho de Beverly Hills” está disponível em e-book na Amazon: https://amzn.to/2ZYlvYq. Obrigada pela visita, beijos e até o próximo post! 😘😘😘

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