Trilogia Mulheres Apaixonadas, Damas do Romance

Oi, meus amores! Tudo bem com vocês? Eu vim falar de mais uma trilogia maravilhosa escrita pelas Damas do Romance. Confiram a sinopse dela:

Ashworth Handeston tornou-se, aos trinta e cinco anos, um dos homens mais ricos da Inglaterra investindo na indústria têxtil. Infelizmente, Ashworth não pôde se casar com a mulher que cobiçou em segredo, Ondine Cohen, sua governanta, e se uniu a uma rica herdeira escocesa, Jessamy Heylock. Contudo, o coração daquele homem sedutor não se conteve apenas com aquelas mulheres, ele conquistou a devoção de Amabel Kershaw, uma jovem londrina que abandonou tudo para tornar-se sua amante ao norte do país. No final de uma tarde fatídica, parte da fábrica sofre um incêndio e Ashworth e mais alguns empregados morrem queimados.

Três mulheres presas a um homem sem coração, livres para guiar seus próprios destinos.

Quem está sempre por aqui, já sabe que eu leio praticamente tudo (de época, no caso) que a Diane Bergher e a Flávia Padula escrevem, mas por algum motivo, “Mulheres Apaixonadas” acabou ficando para trás nos últimos meses. E foi um daqueles casos de “ahhhh, por que eu não li antes?”, porque realmente amei! As histórias dessas três mulheres que tiveram a vida destruída, ou melhor, a felicidade pausada por um homem terrível e egoísta são muito tocantes e me emocionaram demais da conta. Foi lindo vê-las reencontrando os homens que amaram no passado, redescobrindo este sentimento tão sublime e aproveitando a segunda chance que a vida lhes deu de serem felizes.

Saibam mais sobre cada um dos livros a seguir…

Fascínio, Diane Bergher

Sinopse:

Ondine Cohen, filha do mordomo e da governanta, nasceu e cresceu na casa dos Handeston. Após sofrer uma desilusão amorosa, acreditava que poderia reconstruir a vida ao lado do filho mais velho dos patrões de seus pais, Ashworth. Contudo, ele era ambicioso demais e acabou preferindo se casar com uma rica herdeira, oferecendo em sua casa o emprego de governanta a Ondine. Conformada com seu destino de apenas servi-lo, ela aceita o cargo. Após a morte de Ashworth, Ondine acaba voltando ao seu antigo lar, onde reencontra Orson Handeston, o insuportável filho caçula da família. Será com ele que, inevitavelmente, Ondine reencontrará o amor verdadeiro em meio a tanto sofrimento.

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Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Aqui nós acompanhamos a história de Ondine, filha da governanta e do mordomo da família Handeston, que foi criada ao lado de Ashworth e Orson, filhos dos patrões, praticamente como uma irmã (Emma, a matriarca da família, de fato queria adotá-la, mas seus pais não permitiram). No entanto, o convívio fez com que ambos os irmãos se encantassem por ela, porém seu coração só correspondeu aos sentimentos de Orson, o caçula.

No passado, Ashworth armou e conseguiu separá-los, propondo casamento a Ondine, mas, em vez disso, levando-a para trabalhar como governanta em sua mansão, após trocá-la por uma rica herdeira escocesa. Já Orson alistou-se no exército, disposto a manter distância da mulher que o rejeitou e, talvez, encontrar uma morte honrada no campo de batalha. No entanto, o falecimento do irmão o traz de volta e, ao reencontrar Ondine, decide que a terá de volta a qualquer custo e não permitirá que nada volte a separá-los.

“Fascínio” é um romance muito fofo, que aquece nosso coração e mexe com nossas emoções. Desde o começo, fica claro o quanto Ondine e Orson ainda são loucos um pelo outro e é praticamente impossível resistir ao desejo que a simples proximidade provoca neles (preparem-se para algumas ceninhas quentes e deliciosas!), mas os dois ainda precisam percorrer um árduo caminho para desenterrar o passado e esclarecer os mal-entendidos (vulgo as maquinações de Ashworth) que os levaram à separação tão dolorosa e ainda superar as barreiras impostas pelo fato de pertencerem a classes sociais tão diferentes. Só que o final, minha gente, é lindo demais… Super recomendo a leitura!

Desejo, Flávia Padula

Sinopse:

Amabel abandonou tudo para fugir com Ashworth Handeston para Manchester, envergonhando a distinta família Kershaw, donos de um dos maiores estaleiros de Londres. Com a morte de seu amante e a perda de qualquer ajuda financeira, ela se vê obrigada a voltar para casa e se submeter aos desejos de sua família: que permanecesse nas sombras, sem qualquer alarde, já que não restava mais nada para ela a não ser viver no silêncio de seus próprios erros. Amabel acaba se mudando para o campo e vivendo com uma velha tia, Etienne Collighan, bem longe da vida social de Londres e reencontrando o homem que havia abandonado, Coltrane Downing, o Conde de Kesteven, o único homem que foi capaz de lhe despertar o desejo mais profundo.

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Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Este livro é protagonizado por Amabel, uma bela e romântica jovem que nasceu numa família abastada e apaixonou-se por Coltrane Downing, o filho e herdeiro de um conde, mas armações acabaram por separá-los e fazer com que ela se submetesse a uma vida desonrada como amante de Ashworth. No entanto, ainda existe um laço forte que a liga ao homem que ama…

O reencontro com Amabel faz com que o coração de Coltrane volte a bater mais depressa, como se nunca houvessem se separado, e ele está disposto a esquecer sua vida como amante do homem que odeia e recuperar o que tinham no passado, mas será que conseguirá perdoá-la quando descobrir o segredo que ela escondeu dele durante tanto tempo?

Ai, gente, que homem apaixonado e maravilhoso! Nós o conhecemos em “Fascínio” como o melhor amigo de Orson e, também, seu companheiro no exército (na verdade, os três mocinhos da série combateram na guerra), porém não esperava me encantar tanto por ele, mesmo vendo como era honrado ao desempenhar um importante papel na união dos mocinhos. A Amabel é uma mulher de muita sorte, exceto quando diz respeito àquela família horrível que recebeu ao nascer, mas pelo menos ela tem uma tia incrível que supre essa falta em sua vida (melhor personagem ever!).

Cara, eu amei o livro, que tem um final feliz e super lindinho, contudo tem um capítulo bônus que destruiu meu coração. Ao longo da série, é impossível que não comecemos a odiar o Ashworth, mas, por mais filho da mãe que ele fosse, não deu pra não pensar no “e se…”. Quando lerem, vocês vão entender…

Paixão, Diane Bergher e Flávia Padula

Sinopse:

Jessamy Heylock deixou-se iludir pelo charme de Ashworth, com quem se casou acreditando que seria feliz. Logo o casamento se tornou insuportável. Ela o odiava por ser quem era, infiel e frio. Sua morte não lhe trouxe qualquer pesar, além das dívidas que precisaram ser saldadas e que a deixaram na ruína. De volta à Escócia, mesmo amarga e indiferente ao mundo que a cercava, Jessamy reencontra seu amor de infância, Grove Heylock, tomando conta da propriedade de sua família e prestes a se casar com uma mulher insuportável. Jessamy terá que fazer sua escolha: permitir que Grove se case com outra ou lutar por seu amor.

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Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Nos livros anteriores, conhecemos Ashworth como um homem egoísta e manipulador, mas somente aqui descobrimos o quanto era cruel também. Nós sempre ouvimos falar da Jessamy como uma mulher fria e amargurada, mas agora testemunhamos como o casamento acabou destruindo seus sonhos e ilusões a respeito do amor…

No começo é dito que Jessamy se casou apaixonada por Ashworth, mas a verdade é que ela sempre amou o primo, Grove. Para quem gosta de highlanders (cof cof, eu), este homem é um belo pedaço de mau caminho. Rústico, bruto, sem grandes tratos sociais, como os ingleses, mas sedutor, do tipo que sabe aquecer o corpo de uma mulher, especialmente daquela que possui seu coração.

Grove está noivo, mas ao reencontrar a mulher que sempre amou, mostra-se incapaz de resistir ao fogo do desejo, mas tampouco é capaz de perdoá-la por abandoná-lo no passado. Mas será que, ao descobrir os tormentos que ela passou na mão do marido, será capaz de deixar tudo para trás e entregar-se novamente à paixão?

Este é um livro mais pesado do que os outros da série, porque Jessamy e Grove têm uma história realmente complicada e muitas questões a superar. Sofri bastante com o casal, mas amei do começo ao fim. E algo que preciso dizer é que, mesmo familiarizada com a escrita de ambas as autoras, não consegui diferenciar as cenas escritas pela Flávia das que foram feitas pela Diane. A sincronia foi impressionante, elas merecem os parabéns por isso! Tenho certeza de que concordarão comigo.

E é isso, meus amores! Não deixem de me contar o que acharam de conhecer a trilogia ou, se já leram, de me dizer se tiveram uma experiência de leitura igual ou completamente diferente da minha. Obrigada pela visita, beijos e até o próximo post! 😘😘😘

P.S.: se quiserem conferir as resenhas das demais séries publicadas pelas Damas do Romance, cliquem aqui.

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