O Senhor dos Anéis e Outras Jornadas Através da Terra-Média

Oi, meus amores! Hoje eu trouxe um post que eu queria fazer há um bom tempo (e que demorou para ser escrito de um jeito que me deixasse satisfeita, ao menos por ora), falando sobre um dos maiores autores de fantasia da história ― se não o maior ― e a mais importante de suas obras, que possui uma relevância sem precedentes na cultura pop e inspirou e serviu de referência a inúmeros outros escritores, como George R. R. Martin, o único que, talvez, possa igualá-lo (ou superá-lo, na minha opinião), em termos de complexidade e detalhamento, ou melhor, abrangência históricas e geográficas de mundo, número de personagens ― todos ou a imensa maioria muito bem construídos ―, grandiosidade de batalhas, quantidade de tramas e sub-tramas relevantes etc, portanto não estranhem as várias comparações que inevitavelmente acabarei fazendo entre os dois, assim como já fiz no post sobre As Crônicas de Gelo e Fogo (cliquem aqui caso ainda não tenham visto).

Em se tratando de Tolkien, ou melhor, das histórias que se passam na Terra-Média (e em Númenor, Valinor e mais além), existem dois tipos de leitores ― e um não é melhor do que o outro, que fique claro: aqueles que satisfazem-se com O Hobbit e a Trilogia do Anel (assim como os leitores de George R. R. Martin que atêm-se à leitura dos romances principais de As Crônicas de Gelo e Fogo) ― os livros mais fluidos e gostosos de ler, e também os mais comentados, especialmente após receberem adaptações excelentes para filme (embora haja controvérsias no caso dos três longas-metragens de O Hobbit) ― e aqueles que querem se aprofundar o máximo possível na mitologia rica e na intrincada história do universo fantástico criado pelo autor. O TOC literário me enquadrou no segundo grupo, mas, eu preciso confessar, algumas leituras exigiram muito da minha paciência e perseverança (Beren e Lúthien e A Queda de Gondolin, cof cof).

Os livros são cheios de canções, poemas e narrativas de batalhas e feitos surpreendentes. Tolkien tem uma escrita rica e altamente descritiva, MESMO, conseguindo nos fazer imergir naquele universo impressionante, com uma mitologia tão singular e repleto de criaturas mágicas que povoam a nossa imaginação, como elfos, anões, orcs, magos, trolls e dragões, bem como nossos queridos hobbits e diversas outras igualmente incríveis, e nos passar toda a beleza (e feiura, em alguns pontos) da Terra-Média com uma vivacidade ímpar, algo que considero imprescindível numa obra de alta-fantasia. Além disso, Tolkien era filólogo, ou seja, criava línguas; e ele se valeu muito disso na construção das histórias, dando idiomas diferentes aos homens, elfos (e cada raça tem o seu próprio), anões etc etc etc. E ao mesmo tempo em que tudo isso enriquece grandemente a obra, também pode tornar a leitura bem um pouco maçante e difícil para alguns leitores. Não são livros tão leves, ágeis e fáceis de ler como Harry Potter (ou as próprias Crônicas de Gelo e Fogo), por exemplo, principalmente O Silmarillion e Beren e Lúthien, portanto não julgo quem começa e acaba desistindo, mas realmente acho uma pena, porque apesar dessas características a que nem sempre estamos acostumados e que nem sempre nos agradam, é uma verdadeira obra-prima literária, completíssima, com todos os elementos que uma fantasia e, mais do que isso, uma boa história pode ter para nos entreter e nos cativar; provoca fortes emoções e passa lições importantes a cada um de nós.

Tolkien também é detalhista ao extremo e faz questão de não deixar nenhuma ponta solta e nos dar todas as respostas sobre tudo ― TODAS MESMO (como o mundo e cada raça surgiram, quem é cada personagem, de onde ele veio e onde foi parar após sair de cena nos livros ― na parte principal dos livros, quero dizer, onde as histórias realmente são contadas) ―, diferentemente de George R. R. Martin, que deixa algumas coisas no ar propositalmente, retomando-as depois ou não, abrindo muito espaço para teorias e conjecturas (a melhor parte da experiência de leitura de As Crônicas de Gelo e Fogo, ao menos para mim). No entanto, assemelha-se ao criador de Westeros ao criar personagens donos de uma moralidade cinzenta, nem totalmente bons, nem totalmente ruins, mas humanos em sua essência, mesmo quando não o são (o coração em conflito consigo mesmo define bem, especialmente se levando em conta a tentação representada pelo Um Anel, à qual ninguém, nem o mais forte deles, é totalmente imune), em vez de heróis perfeitos e de caráter inquestionável.

Nossa empreitada se inicia em O Hobbit, o primeiro livro a ser publicado, e também o mais leve e prazeroso de ler entre todos eles, sobretudo por ter sido escrito para crianças ― o que, talvez, conceda um mérito ainda maior a Tolkien, por criar uma trama viciante, capaz de prender leitores de todas as idades. Uma jornada cheia de aventuras, reviravoltas e que mostra tão bem o crescimento e a evolução, não só do nosso protagonista, mas dos vários personagens que estão no centro da história, bem como dá o start à saga épica que se passa ao longo de mais de seis mil anos e nos surpreende e delicia a cada página.

O Hobbit

Sinopse:

Bilbo Bolseiro era um dos mais respeitáveis hobbits de todo o Condado até que, um dia, o mago Gandalf bate à sua porta. A partir de então, toda sua vida pacata e campestre soprando anéis de fumaça com seu belo cachimbo começa a mudar. Ele é convocado a participar de uma aventura por ninguém menos do que Thorin Escudo-de-Carvalho, um príncipe do poderoso povo dos Anãos. Essa jornada fará Bilbo, Gandalf e 13 anãos atravessarem a Terra-Média, passando por inúmeros perigos, sejam eles, os imensos trols, as Montanhas Nevoentas infestadas de gobelins ou a muito antiga e misteriosa Trevamata, até chegarem (se conseguirem) na Montanha Solitária. Lá está um incalculável tesouro, mas há um porém. Deitado em cima dele está Smaug, o Dourado, um dragão malicioso que… bem, você terá que ler e descobrir. Lançado em 1937, O Hobbit é um divisor de águas na literatura fantástica mundial. Mais de 80 anos após a sua publicação, o livro que antecede os ocorridos em O Senhor dos Anéis continua arrebatando fãs de todas as idades, talvez pelo seu tom brincalhão com uma pitada de magia élfica, ou talvez porque J. R. R. Tolkien tenha escrito o melhor livro infanto-juvenil de todos os tempos.

Quem não conhece a Trilogia do Anel, seja pelos filmes ou pelos livros? Acompanhar Frodo e CIA em sua jornada para destruir o Um Anel e impedir a ascensão completa de Sauron é uma experiência literária única à qual todos os fãs de fantasia, ou, mais uma vez, apenas de boas histórias, deveriam vivenciar ao menos uma vez na vida.

O Senhor dos Anéis ― Volume 1: A Sociedade do Anel

Sinopse:

O volume inicial de O Senhor dos Anéis, lançado originalmente em julho de 1954, foi o primeiro grande épico de fantasia moderno, conquistando milhões de leitores e se tornando o padrão de referência para todas as outras obras do gênero até hoje. A imaginação prodigiosa de J. R. R. Tolkien e seu conhecimento profundo das antigas mitologias da Europa permitiram que ele criasse um universo tão complexo e convincente quanto o mundo real.

A Sociedade do Anel começa no Condado, a região rural do oeste da Terra-Média onde vivem os diminutos e pacatos hobbits. Bilbo Bolseiro, um dos raros aventureiros desse povo, cujas peripécias foram contadas em O Hobbit, resolve ir embora do Condado e deixa sua considerável herança nas mãos de seu jovem parente Frodo.

O mais importante legado de Bilbo é o anel mágico que costumava usar para se tornar invisível. No entanto, o mago Gandalf, companheiro de aventuras do velho hobbit, revela a Frodo que o objeto é o Um Anel, a raiz do poder demoníaco de Sauron, o Senhor Sombrio, que deseja escravizar todos os povos da Terra-Média. A única maneira de eliminar a ameaça de Sauron é destruir o Um Anel nas entranhas da própria montanha de fogo onde foi forjado.

A revelação faz com que Frodo e seus companheiros hobbits Sam, Merry e Pippin deixem a segurança do Condado e iniciem uma perigosa jornada rumo ao leste. Ao lado de representantes dos outros Povos Livres que resistem ao Senhor Sombrio, eles formam a Sociedade do Anel.

Alguém uma vez disse que o mundo dos leitores de língua inglesa se divide entre os que já leram O Senhor dos Anéis e os que um dia lerão o livro. Com esta nova tradução da obra, o fascínio dessa aventura atemporal ficará ainda mais evidente para os leitores brasileiros, tanto os que já conhecem a saga como os que estão prestes a descobrir seu encanto.

O Senhor dos Anéis ― Volume 2: As Duas Torres

Sinopse:

O segundo volume de O Senhor dos Anéis, mais importante épico de fantasia moderno, narra os caminhos separados seguidos pelos membros da Sociedade do Anel em sua luta para deter Sauron, o Senhor Sombrio da terra de Mordor, e destruir o Um Anel, no qual está contida a maior parte do poder do tirano demoníaco imaginado por J. R. R. Tolkien.

Um ataque-surpresa pôs fim à jornada conjunta da Sociedade do Anel. De um lado, o trio formado pelo elfo Legolas, pelo anão Gimli e por Aragorn, herdeiro da realeza dos Homens, tenta resgatar os jovens hobbits Merry e Pippin, capturados por guerreiros-órquicos. A busca pelos companheiros perdidos levará os três a confrontar os cavaleiros do reino de Rohan e o mago renegado Saruman, que também deseja o Um Anel para si.

Enquanto isso, do outro lado das montanhas, Frodo e Sam buscam uma maneira de entrar em Mordor e chegar até a montanha onde o Anel foi forjado, único lugar onde é possível destruí-lo. Para isso, acabam recebendo a ajuda de seu mais improvável aliado: Gollum, a criatura que chegou a ter o Anel sob seu poder durante centenas de anos e que ainda é devorada, em corpo e alma, pelo desejo de voltar a possuí-lo.

Com cenas que mesclam o heroico e o intimista, o sublime e o cômico, As Duas Torres abriga algumas das criações mais inesquecíveis da imaginação de J. R. R. Tolkien, como os gigantescos Ents e a cultura nobre e belicosa do povo de Rohan.

O Senhor dos Anéis ― Volume 3: O Retorno do Rei

Sinopse:

A guerra entre os Povos Livres da Terra-Média e Sauron, o Senhor Sombrio da terra de Mordor, chega a seu clímax neste terceiro volume do romance O Senhor dos Anéis. As batalhas grandiosas que estão prestes a acontecer, no entanto, são apenas o pano de fundo para o verdadeiro drama: a missão quase suicida dos hobbits Frodo e Sam, que tentam destruir o Um Anel, fonte do poder de Sauron, infiltrando-se no coração do território do Inimigo.

Em O Retorno do Rei, acompanhamos o mago Gandalf e o hobbit Pippin em sua visita à majestosa cidade de Minas Tirith, que já foi o principal baluarte dos Homens contra a ameaça de Sauron, mas que está prestes a sucumbir diante da força avassaladora do Senhor Sombrio. Outros membros da Sociedade do Anel se juntam a Aragorn, herdeiro da longa linhagem dos reis de Minas Tirith, na tentativa de evitar que a antiga capital do reino de Gondor seja destruída.

Nas fronteiras de Mordor, Sam resgata Frodo, e os dois hobbits partem para o último estágio de sua jornada rumo ao Monte da Perdição, uma jornada que testará os limites do corpo e da mente dos pequenos heróis.

O livro inclui ainda numerosos apêndices, nos quais Tolkien explora detalhes da história, das línguas, dos alfabetos e até dos calendários de seu mundo ficcional.

O Hobbit e O Senhor dos Anéis são livros memoráveis, excelentes e grandiosos por si mesmos, todavia apenas no Silmarillion conhecemos a verdadeira magnitude do universo criado por Tolkien, sendo considerado, com grande mérito, a obra-prima do autor.

O Silmarillion

Sinopse:

“O Silmarillion” é um relato dos Dias Antigos da Primeira Era do mundo criado por J. R. R. Tolkien. É a história longínqua para a qual os personagens de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” olham para trás, e em cujos eventos alguns deles, como Elrond e Galadriel, tomaram parte. Os contos de “O Silmarillion” se passam em uma época em que Morgoth, o Primeiro Senhor Sombrio, habitava a Terra-Média, e os Altos-Elfos guerreavam contra ele pela recuperação das Silmarils, as joias que continham a pura luz de Valinor.

O livro começa com “O Ainulindalë”, o mito da criação do Universo, seguido pelo “Valaquenta”, onde estão descritas a natureza e os poderes de cada um dos deuses. O “Akallâbeth” narra o apogeu e a queda do reino da grande ilha de Númenor no final da Segunda Era e “Dos Anéis de Poder” fala dos grandes eventos no final da Terceira Era, como narrado em “O Senhor dos Anéis”.

Antes de falecer em janeiro deste ano, Christopher Tolkien, filho do mestre criador da Terra-Média, conseguiu realizar o sonho do pai (e o seu próprio também) e publicar versões individuais de cada um dos três Grandes Contos dos Dias Antigos. Cronologicamente, Beren e Lúthien é o primeiro deles, por isso o citei antes dos demais, e esse livro tem o objetivo de mostrar como o texto de Tolkien evoluiu ao longo do tempo, desde a primeira versão escrita pelo autor até a que conhecemos no Silmarillion (já aviso que é bem, tipo BEM chatinho de ler, principalmente os poemas élficos, mas vale a pena assim mesmo). É, na minha humilde opinião, a mais bela das histórias da mitologia tolkieniana e merece uma adaptação só sua (fã de romances falando, dá licença). Será que meu sonho de vê-la na tela algum dia se realizará? A esperança é a última que morre e, com as novas produções em andamento, nunca se sabe…

Beren e Lúthien

Sinopse:

O conto de Beren e Lúthien foi, ou tornou-se, elemento fundamental na evolução de O Silmarillion, os mitos e lendas da Primeira Era do Mundo concebidos por J. R. R. Tolkien. Um ano após retornar da França e da Batalha do Somme, no final de 1916, ele escreveu o conto.

Essencial à história, e jamais modificado, é o destino que se impõe sobre o amor dos protagonistas: Beren é um homem mortal, enquanto Lúthien é uma elfa imortal. O pai dela, um grande senhor élfico, opõe-se ao relacionamento e, para permitir o casamento com Lúthien, impõe a Beren uma tarefa impossível de ser realizada. É esse o foco central da lenda: a tentativa incrivelmente heroica de Beren e Lúthien de, juntos, roubar uma Silmaril do maior de todos os seres malignos, Melkor, chamado Morgoth, o Sombrio Inimigo do Mundo.

Neste livro, Christopher Tolkien tenta extrair a história de Beren e Lúthien da obra mais abrangente em que está inserida. Contudo, a própria lenda foi se modificando conforme novas associações foram sendo criadas dentro da narrativa maior. A fim de mostrar um pouco do processo pelo qual essa lenda da Terra-Média evoluiu ao longo dos anos, ele conta a história nas próprias palavras de seu pai ao fornecer, primeiro, a forma original do texto e, em seguida, passagens em prosa e em verso de textos tardios que ilustram a narrativa à medida que ela muda. Apresentados de forma reunida pela primeira vez, esses textos revelam aspectos da história, tanto em eventos quanto em suas imediações narrativas, que posteriormente se perderam.

Publicado no décimo aniversário do livro mais recente sobre a Terra-Média, o best-seller internacional Os Filhos de Húrin, este novo volume também inclui desenhos e pinturas de Alan Lee, que também ilustrou O Senhor dos Anéis e O Hobbit, e que ganhou um Oscar por seu trabalho na trilogia cinematográfica de O Senhor dos Anéis.

Diferentemente de Beren e Lúthien, Os Filhos de Húrin é bem agradável de ler, mesmo sendo a mais triste e trágica das histórias escritas por Tolkien. Dá um peso no coração só de lembrar, mas ainda assim eu recomendo bastante.

Os Filhos de Húrin

Sinopse:

“Depois da publicação de O Silmarillion, Os Filhos de Húrin é o trabalho seguinte de Christopher Tolkien como editor e curador dos manuscritos de seu pai, J. R. R. Tolkien. O livro é o terceiro dos Três Grandes Contos dos Dias Antigos e, assim como A Queda de Gondolin e Beren e Lúthien, conta com ilustrações de Alan Lee.

Seis mil anos antes de o Um Anel ser destruído, a Terra-Média é assombrada por Morgoth, o Primeiro Senhor Sombrio, senhor e mestre de Sauron. Húrin, um poderoso guerreiro da raça humana se recusa a trair os Elfos e, por isso, ele e sua família são amaldiçoados. Assim, os destinos de Túrin e de sua irmã Niënor são tragicamente entrelaçados.

Em tom épico e trágico, a narrativa foi inspirada nas mitologias grega, finlandesa e escandinava. Seus personagens, reconhecivelmente humanos, seguem determinados a resistir, mesmo sem a menor esperança de triunfar.”

Assim como Beren e Lúthien, A Queda de Gondolin tem o objetivo de mostrar como a história evoluiu ao longo do tempo, conforme Tolkien a escrevia, porém é mais fácil de ler do que o outro (sem poemas quilométricos por aqui, mas os longos comentários de Christopher, embora imprescindíveis para alcançar o objetivo do livro, foram um pouco maçantes para mim, que gosto de histórias fluidas).

A Queda de Gondolin

Sinopse:

O último dos três Grandes Contos Perdidos do legendário de J. R. R.Tolkien narra a jornada de Tuor rumo à cidade secreta de Gondolin, refúgio élfico do povo do Rei Turgon. Contra a bela cidade, levanta-se Morgoth, o Inimigo Sombrio, com seu exército de seres malévolos.

A história da Queda de Gondolin começou a ser escrita em 1916 e agora ganha vida graças ao trabalho editorial de Christopher Tolkien, filho e executor legal das obras de Tolkien. Dessa forma cumprem-se duas sinas: a dos Elfos noldorin na Primeira Era do mundo e a do autor, ao conseguir publicar individualmente os três Grandes Contos dos Dias Antigos.

Fechando a mitologia da Terra-Média, A Queda de Gondolin, assim como Beren e Lúthien e Os Filhos de Húrin, foi ricamente ilustrada pelo renomado artista britânico Alan Lee, que retrata a fantasia de Tolkien há mais de 30 anos.

Em Contos Inacabados, temos os textos exatamente como J. R. R. Tolkien escreveu, com comentários de Christopher Tolkien. É um complemento incrível para os livros citados anteriormente e, por incrível que pareça, uma leitura bastante prazerosa (ao menos, mais fluida do que O Silmarillion).

Contos Inacabados de Númenor e da Terra-Média

Sinopse:

Este livro contém a única história que sobreviveu das longas eras de Númenor antes de sua queda, e tudo o que se conhece sobre temas como os Cinco Magos, os Palantíri ou a lenda de Amroth. Escrevendo acerca dos Apêndices de O Senhor dos Anéis, J. R. R. Tolkien disse em 1955: “Aqueles que apreciam o livro apenas como ‘romance heroico’ e consideram os ‘panoramas inexplicados’ parte do efeito literário, desprezarão os Apêndices, e farão muito bem.” Contos Inacabados destina-se àqueles que, ao contrário, ainda não exploraram suficientemente a Terra-Média, suas línguas, suas lendas, sua política e seus reis. Christopher Tolkien editou e apresenta a coleção. Também redesenhou o mapa de O Senhor dos Anéis em escala maior e reproduziu o único mapa de Númenor.

Além dos livros citados anteriormente, ainda existem os riquíssimos doze volumes de Histórias da Terra-Média, que infelizmente não foram publicados por aqui. No entanto, a HarperCollins promete mudar isso até 2022, e só nos resta ficar no aguardo…

E é isso por hoje, meus amores. Vocês já leram algum dos livros que se passam no universo da Terra-Média? Fazem parte dos que amam incondicionalmente essas obras ou dos que as acham um verdadeiro porre? Se não leram, pretendem fazer isso algum dia (especialmente agora que a editora está lançando essas edições maravilhosas em capa-dura)? Contem tudo para mim. Como sempre, estou ansiosa por trocar ideias com vocês. Obrigada por lerem até aqui, beijos e até o próximo post! 😘😘😘

PS: se quiserem saber mais sobre Tolkien (e realmente vale a pena, o homem possui uma história impressionante), cliquem aqui e confiram uma breve biografia dele.

4 comentários sobre “O Senhor dos Anéis e Outras Jornadas Através da Terra-Média

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