Resenha: A Queda de Lorde Drayson (Tanglewood #1), Rachael Anderson

Oi, meus amores! Hoje eu vim trazer a resenha de um romance de época curtinho e apaixonante que li em dezembro, no clube de leitura do qual participo. Espero que gostem! ❤

Sinopse:

Quem é ele? Um poderoso lorde ou um humilde servo? Quando Colin Cavendish, o novo conde de Drayson, informa a Lucy Beresford que ela e sua mãe precisam abandonar a casa que chamaram de lar nos últimos dois anos, Lucy percebe que está de mãos atadas. Elas não têm dinheiro, ninguém para pedir ajuda e nenhum lugar para onde ir. Como o conde ousou quebrar a promessa que seu pai fizera aos Beresford sem peso na consciência? Mas a sorte bate à porta da jovem no momento em que ela encontra o conde ferido e inconsciente no meio da estrada. Quando ele acorda com amnésia, Lucy aproveita a oportunidade para ensiná-lo uma lição de humildade, dizendo que ele é um simples servo. Seu servo, na verdade.

Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟

Na maioria dos romances de época, costumamos encontrar histórias apimentadas e sensuais (quem não gosta de um bom passeio no jardim, né? 😏), mas A Queda de Lorde Drayson traz uma proposta diferente, nos envolvendo em uma trama leve e fofinha, que deixa um quentinho gostoso no coração. Gostei demais de fazer essa leitura!

Aqui nós conhecemos Lucy Beresford, uma jovem e espirituosa senhorita que perdeu o pai há dois anos e, desde então, vive com a mãe e Georgina, uma criada que mais se assemelha a uma amiga para Lucy. Sem ter para onde ir após a morte do vigário, elas precisaram aceitar a generosidade do conde de Drayson e se mudar para a casa da viúva do Solar de Tanglewood, uma encantadora propriedade em Danbury. As coisas não estavam fáceis, mas ao menos elas não precisavam se preocupar em ter um teto sobre a cabeça, porém isso muda quando o generoso lorde morre e o novo conde decide vender Tanglewood.

Colin Cavendish não vê necessidade em manter uma propriedade que quase não dá lucro apenas por causa de duas damas que já desfrutaram durante muito tempo da boa vontade de seu pai, por isso se mantém firme em sua decisão, mesmo após as tentativas de seu administrador de convencê-lo a mudar de ideia, porém o empregado recusa-se a dar a infeliz notícia às Beresford, motivo pelo qual o próprio lorde é obrigado a fazer isso e, numa manhã especialmente aborrecida – opinião da Lucy, não minha –, em que ela está sozinha em casa, Colin bate à sua porta.

Nem preciso dizer que rola uma antipatia à primeira vista entre os dois, né? Afinal, quem gostaria da pessoa que está expulsando-a de sua casa? E Colin também não gosta muito da jovem de língua afiada que o desafia em sua própria propriedade. Porém, por um acaso do destino, ele acaba sofrendo um acidente de cavalo e perdendo a memória. E acaba sendo salvo por ninguém menos que Lucy, que decide ensinar-lhe uma lição, transformando-o em seu criado.

Isso nos rende cenas divertidíssimas, pois, embora não se lembre de quem é, as coisas simplesmente não se encaixam na mente de Colin. Ele é educado demais, pomposo demais para ser um mero criado e usar roupas tão ridículas quanto as que a dama diz pertencer-lhe, mas apesar disso se esforça para fazer o que lhe é solicitado. Adoro as trocas de farpas entre esses dois (aliás, adoro trocas de farpas entre os casais em geral)! Contudo, durante esse período, Colin e Lucy também acabam criando uma amizade sincera e aprendendo muito um com o outro. E um sentimento mais forte começa a desenvolver-se entre eles. Nem preciso dizer onde isso vai dar, certo?

Além do casal principal, ainda gostei muito dos personagens secundários: o Sr. Shepherd, um viúvo que adora livros e é um segundo pai para Lucy, Georgina, que merecia um livro só seu (injustiça isso não acontecer), e, principalmente, a mãe e a irmã de Colin. Adorei as duas, tanto sua interação com Colin, que rende cenas extremamente engraçadas (que fã de romances como os das famílias Bridgerton e Bedwyn não se diverte com essas relações familiares “conturbadas”, mas claramente cheias de amor?), quanto com Lucy. São damas finas e educadas, mas nada metidas a besta. Simplesmente maravilhosas.

Enfim, recomendo muito. É um livro curtinho e gostoso, para ser lido “numa sentada”. Mal posso esperar para ler A Ascensão de Lady Notley também, que já está em pré-venda pela editora Pausa e tem tudo para ser igualmente incrível.

E vocês, já conheciam esse livro? Caso tenham lido, me digam o que acharam dele e se divertiram-se tanto quanto eu ao fazer a leitura. E se não leram, espero que tenham ficado tentados a dar uma chance à história. Obrigada por lerem até aqui, beijos e até o próximo post! 😘😘😘

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